segunda-feira, 16 de abril de 2018

Diabetes Gestacional

Durante a gravidez, para permitir o desenvolvimento do bebê, a mulher passa por mudan-ças em seu equilíbrio hormonal. A placenta, por exemplo, é uma fonte importante de hor-mônios que reduzem a ação da insulina, responsável pela captação e utilização da glico-se pelo corpo. O pâncreas, consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro.

Em algumas mulheres, entretanto, este processo não ocorre e elas desenvolvem um quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento do nível de glicose no sangue. Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda no ambiente intrauterino, há maior risco de crescimento excessivo (macrossomia fetal) e, consequentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até de obesidade e diabetes na vida adulta.

Como eu percebo que estou com diabetes gestacional?

O diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher e nem sempre os sintomas são identificáveis. Por isso, recomenda-se que todas as gestantes pesquisem, a partir da 24ª semana de gravidez (início do 6º mês), como está a glicose em jejum e, mais importante ainda, a glicemia após estímulo da ingestão de glicose, o chamado teste oral de tolerância a glicose.

Quais são os fatores de risco?
  • Idade materna mais avançada;
  • Ganho de peso excessivo durante a gestação;
  • Sobrepeso ou obesidade;
  • Síndrome dos ovários policísticos;
  • História prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional;
  • História familiar de diabetes em parentes de 1º grau (pais e irmãos);
  • História de diabetes gestacional na mãe da gestante;
  • Hipertensão arterial na gestação;
  • Gestação múltipla (gravidez de gêmeos).
É possível controlar?

Sim. O controle do diabetes gestacional é feito, na maioria das vezes, com a orientação nutricional adequada. Para cada período da gravidez, uma quantidade certa de nutrientes. A prática de atividade física é outra medida de grande eficácia para redução dos níveis glicêmicos. A atividade deve ser feita somente depois de avaliada se existe alguma contraindicação, como por exemplo, risco de trabalho de parto prematuro.
Aquelas gestantes que não chegam a um controle adequado com dieta e atividade física têm indicação de associar uso de insulinoterapia. O uso da insulina é seguro durante a gestação. É importante destacar que a maioria das gestações complicadas pelo diabetes, quando tratadas de maneira adequada, terão excelente desfecho e os bebês nascerão saudáveis.
Cuidados
O histórico de diabetes gestacional é um importante fator de risco para desenvolvimento de Diabetes Tipo 2. Aproximadamente seis semanas após o parto, a mãe deve realizar um novo teste oral de tolerância a glicose, sem estar em uso de medicamentos antidiabéticos.
Uma ótima notícia é que o aleitamento materno pode reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes após o parto. A alimentação balanceada e a prática regular de atividades físicas completam essa ‘fórmula infalível’.

Tipos de Diabetes

O que é Diabetes Tipo 1?

Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença.

O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.


O que é Diabetes Tipo 2?

O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia.

Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.


Há outros tipos?

Entre o Tipo 1 e o Tipo 2, foi identificado ainda o Diabetes Latente Autoimune do Adulto (LADA). Algumas pessoas que são diagnosticadas com o Tipo 2 desenvolvem um processo autoimune e acabam perdendo células beta do pâncreas. E há também o diabetes gestacional, uma condição temporária que acontece durante a gravidez. Ela afeta entre 2 e 4% de todas as gestantes e implica risco aumentado do desenvolvimento posterior de diabetes para a mãe e o bebê. Saiba mais no link Diabetes Gestacional

Pré Diabetes

Pré-diabetes é uma alteração do metabolismo que pode evoluir para diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. Acontece quando os níveis de glicemia (açúcar no sangue) são mais elevados do que o normal, mas não são altos, suficientemente, para dar o diagnóstico de diabetes.

Principais fatores de risco para que uma pessoa tenha alterações na glicemia:

  • idade de 45 anos ou mais;
  • ter parentes com diabetes;
  • estar acima do peso e com acúmulo de gordura no abdômen;
  • sedentarismo (não praticar exercícios ou atividades físicas);
  • ter pressão alta (Hipertensão Arterial), mesmo que controlada com medicamentos;
  • ter alterações das gorduras no sangue (níveis baixos de colesterol HDL e/ou triglicérides elevados);
  • mulher que teve diabetes durante a gravidez;
  • tenha sido diagnosticada com Síndrome do Ovário Policístico (SOP).
É possível se cuidar para prevenir ou adiar o máximo possível o diagnóstico de diabetes tipo 2. Sem mudanças nos seus hábitos existe uma chance grande de que o pré-diabetes evolua para diabetes dentro de três a 10 anos. Algumas atitudes podem diminuir esse risco, veja abaixo:
 Perda de peso. Mesmo você não alcançando o peso ideal, perder 5 a 9 kg pode trazer benefícios para a sua saúde.
 Alimentação saudável. Escolha alimentos que são baixos em gordura saturada e calorias e ricos em fibras, como vegetais, frutas e grãos integrais.
 Praticar exercícios/atividades físicas. Incorpore em sua rotina algo entre 30 a 50 minutos de atividade física moderada como caminhar, dançar, passear com o cachorro; na maioria dos dias da semana. Faça no mínimo 150 minutos por semana, por exemplo, 30 minutos em 5 dias da semana ou 50 minutos em 3 dias.
Pequenas mudanças podem ajudar muito! Faça os exames de rotina e converse com sua equipe médica. Fique de olho nos sintomas do diabetes que incluem aumento da sede, urinar mais, ter mais fome, cansaço e visão turva. Mas, lembre que o diabetes e o pré- diabetes podem não apresentar sintomas. É possível que sua equipe médica opte por receitar alguma medicação. Isso varia muito e depende de pessoa para pessoa.
Lembre-se sempre que pequenos passos podem fazer uma grande diferença na sua saúde.

Batata Yacon Para Diabetes é um Bom Remédio Natural

Batata Yacon Para Diabetes

Conhecida como insulina natural, a batata yacon para diabetes é uma ótima alternativa e ganhou um grande destaque depois de vários pesquisadores do Japão encontrarem nesta batata uma substância muito parecida com a insulina. Esta substância tem as mesmas capacidades de reduzir as taxas de glicose no sangue.

Batata Yacon Propriedades:

O tubérculo é originário dos Andes e poderá contribuir para o tratamento de diabetes. Seu efeito benéfico é decorrente de uma grande combinação de nutrientes. Além disso, batata yacon emagrece porque seus carboidratos são um tipo de açúcar de baixas calorias que não geram os famosos picos de glicemia que são comuns de acontecer para diabéticos.
A Batata Yacon ainda fornece fibras alimentares que ajudam a estimular a flora bacteriana e intestinal, por esse motivo ela é muito indicada em situações de prisão de ventre, bem como de colesterol elevado. Entre outras particularidades, a Batata Yacon conta com boas porções de potássio, o que é um mineral que ajuda muito a controlar a pressão arterial.

Benefícios da Batata Yacon Para Diabetes

A Batata Yacon é um poderoso amido resistente, tudo porque ele resiste as enzimas digestivas. Além de tudo isto ele estimula uma atividade intestinal desacelerando o esvaziamento gástrico e gerando uma maior saciedade por mais tempo.
Muitas pesquisas apontam que quando é consumido o amido resistente, ele poderá colaborar na prevenção e no tratamento de diabetes de tipo 2. As suas fontes são tubérculos como batatas e mandiocas, legumes como o feijão e o grão de bico, além é claro dos cereais integrais.
Na batata Yacon não temos o amido prejudicial, mas outro componente que não fica em nada a desejar com a insulina. E por chegar ao intestino por inteiro, ele evita as altas taxas de açúcar no sangue.
Diante de todos esses benefícios, os especialistas, nutricionais e pesquisadores consideram a batata yacon como um verdadeiro remédio natural para diabetes.

Como Consumir a Batata Yacon:

Para que você possa obter um máximo de resultados da batata yacon, ela deverá ser consumida como uma fruta, de forma crua, e não frita ou você também pode consumir a batata yacon cozida ou assada. A Batata Yacon tem uma aparência de batata doce, e tem uma textura porosa, e um sabor bem semelhante ao de pera.
O consumo deve ser feito de três a quatro fatias por dia, ou ainda você poderá fazer um chá com as suas folhas, tomando este chá duas vezes ao dia. Outra opção é consumir a farinha de batata yacon em pó ou ainda o xarope.
Outro ponto importante é que apesar da batata yacon oferecer diversos benefícios, ela não supre a necessidade de outros alimentos, tais como frutas, verduras, legumes e proteínas. É importante consumir uma quantidade específica de amidos para a formação de glicogênios no organismo, esta que é uma reserva energética importante para todos, mas principalmente para os diabéticos.
Este tipo de reserva não é formado a partir de carboidratos não digeríveis, e o ideal é consumir a yacon sem casca, mantida na geladeira, além disto, ela deve ser consumida em poucos dias. Colocar a batata yacon em sucos ou saladas, também, é uma ótima medida para manter sua diabetes controlada.